A fronteira entre a prática da Medicina Familiar e a pesquisa antropológica e sociológica é muito ténue. É que ser médico de família é estar imerso numa matriz cultural complexa, que obriga a compreender o binómio indivíduo/sociedade, para se alcançar a eficácia terapêutica
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?