O bastonário da Ordem dos Médicos e o director-geral da Saúde assinaram um protocolo de cooperação que conduzirá à criação de linhas de orientação e de normas de actuação clínica, com repercussões evidentes nos actos de prescrição de medicamentos e de meios complementares de diagnóstico. O intuito dos futuros normativos parece ser o de racionalização e melhoria da qualidade dos cuidados prestados.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?