Em 1992, foi para o Canadá, onde acabou por ficar a exercer a especialidade de médico de família. Um dia, recebe a visita de um doente com doença terminal que lhe pede ajuda para morrer sem dores. Fica sem saber o que fazer. Decide, por isso, frequentar um curso de formação em cuidados paliativos.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?