"É completamente absurdo pensar que tínhamos criado, em Portugal, uma reforma perfeita", diz Luís Pisco. E deixa o aviso: "Seria trágico que aquelas pessoas que foram os pioneiros da reforma se transformassem em defensoras do satus quo e não dessem um passo para a melhorar".Afirma, em entrevista ao nosso jornal
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?