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"É uma epidemia global e só vai piorar: se olharmos para o futuro, o número de idosos vai crescer drasticamente", disse Marc Wortmann, director executivo da entidade internacional da doença de Alzheimer[/caption]
O número de pessoas que sofre de demência em todo o mundo subiu 22% nos últimos três anos, para 44 milhões, podendo vir a triplicar em 2050, de acordo com um estudo hoje divulgado.
O estudo da Alzheimer Disease International prevê que o número de pessoas que sofre da doença, em todo o mundo, atinja nesse ano os 135 milhões.
"É uma epidemia global e só vai piorar: se olharmos para o futuro, o número de idosos vai crescer drasticamente", disse Marc Wortmann, director executivo da entidade internacional da doença de Alzheimer.
Neste sentido, apontou, "é vital que a Organização Mundial de Saúde torne a demência numa prioridade, para que o mundo esteja pronto para enfrentar essa condição".
Na próxima semana, Londres acolhe uma cimeira do G8 (oito países mais desenvolvidos) dedicada precisamente à doença.
A demência é normalmente uma doença crónica causada por várias patologias do cérebro que afectam a memória, o pensamento, o comportamento e a capacidade para desempenhar as actividades quotidianas.
A doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência e as estimativas apontam para que seja responsável por cerca de 70% dos casos.
JM/Lusa
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