Chamusca, Barreiro e Vouzela: alerta para níveis de ozono no ar elevados
DATA
10/08/2016 12:47:54
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS


Chamusca, Barreiro e Vouzela: alerta para níveis de ozono no ar elevados

limpieza-con-ozono-que-es-el-ozono_0-560x373

A concentração de ozono no ar ultrapassou ontem e hoje, nos concelhos da Chamusca, do Barreiro e de Vouzela os níveis a partir dos quais pode afetar a saúde, especialmente dos grupos populacionais mais sensíveis, informaram as autoridades.

Numa nota, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) informou que, segundo dados registados nas suas estações de medição da qualidade do ar, foi hoje ultrapassado em Chamusca e Barreiro o valor da concentração de ozono de 180 microgramas por metro cúbico, estabelecido como limiar de informação obrigatória ao público.

No concelho da Chamusca (distrito de Santarém), os níveis de ozono atingiram os 197 microgramas por metro cúbico, entre as 14:00 e as 15:00. Em Escavadeira, no concelho do Barreiro (distrito de Setúbal), os níveis registados entre as 14:00 e as 15:00 foram de 181 microgramas de ozono por metro cúbico.

Em nota enviada ontem à noite à agência Lusa, a CCDR do Centro afirma que, segundo dados registados na sua estação de Fornelo do Monte, no concelho de Vouzela (distrito de Viseu), foi ultrapassado o valor da concentração de ozono de 180 microgramas por metro cúbico. Entre as 18:00 e as 20:00 foram registadas, naquela estação, concentrações médias horárias de 293 e de 274, na primeira e segunda daquelas duas horas, respetivamente. Entre as 20:00 e as 21:00, foi registada, ainda na estação de Fornelo do Monte, a concentração média horária de 192 microgramas de ozono por metro cúbico, refere um segundo comunicado da CCDRCC.

Durante a tarde de ontem o valor de concentração de ozono alcançou naquela zona os 260 microgramas por metro cúbico de ar entre as 17:00 e as 18:00, depois de, entre as 13:00 e as 17:00, a mesma estação de medição de poluição atmosférica por ozono ter observado valores que variaram entre os 192 e os 202 microgramas por metro cúbico.

As CCDR de LVT e do Centro realçaram que, “para os valores de concentração observados, o ozono pode provocar alguns efeitos na saúde humana, especialmente em grupos da população mais sensíveis”, como crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias, como asma, e cardíacas.

As pessoas nestas condições são aconselhadas a reduzirem ao mínimo a atividade física intensa ao ar livre e a evitar a permanência no exterior.

A exposição a este poluente poderá afetar as mucosas oculares e respiratórias, com sintomas como tosse, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar e irritações nos olhos, sublinharam as CCDR.

Por favor faça login ou registe-se para aceder a este conteúdo

Terceiro espaço
Editorial | Luís Monteiro, membro da Direção Nacional da APMGF
Terceiro espaço

Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?

Mais lidas

Sem artigos!
Sem artigos!