As 35 horas de trabalho para todos, o fim dos cortes nas horas suplementares e a revisão da carreira técnica são algumas das “promessas não cumpridas” que foram ontem simbolicamente devolvidas em forma de presente ao ministro da saúde por cerca de três dezenas de dirigentes e delegados sindicais, que se concentraram em frente ao Ministério da Saúde, onde cantaram músicas de Natal com a letra adaptada ao protesto, gritando palavras de ordem como “A carreira é um direito, sem ela nada feito” ou “Adalberto Fernandes, está tudo como dantes”.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?