Investigadores portugueses lideram um projeto europeu que descobriu subestruturas cerebrais com diferentes perfis de conectividade que afetam a parte motora e não-motora do ser humano, algo que pode ajudar a melhorar os procedimentos neurocirúrgicos em doenças como a distonia.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?