O presidente do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão, Fernando Barata, afirmou recentemente que os novos tratamentos para o cancro do pulmão estão a permitir duplicar o tempo de sobrevivência dos doentes, mas a maioria dos casos ainda tem de passar pela quimioterapia.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?