Um estudo divulgado esta quinta-feira revela que um grupo de investigadores criou e testou em ratos um novo método de estimulação profunda do cérebro, mais seguro, barato e acessível, que poderá vir a ajudar no tratamento de doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?