Investigadores das universidades de Coimbra e do Minho concluíram que uma molécula libertada por células estaminais aumenta o “canal de comunicação” entre neurónios, descoberta que pode ter aplicação em casos como a doença de Parkinson.
Por favor faça login ou registe-se para aceder a este conteúdo
Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?