O bastonário da Ordem dos Médicos afirmou ontem que o número de clínicos que optou por exercer em zonas carenciadas “ainda é muito baixo”, situação que atribui a um pacote de incentivos que “não é verdadeiramente estimulante”.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?