A coordenadora do Núcleo de Estudos da Doença Vascular Cerebral da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI), defendeu ontem “um acesso mais rápido” a tratamentos e “medidas de reorganização” dos recursos, apesar da progressiva redução da mortalidade por AVC.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?