O congelamento e posterior transferência de embriões oferece aos casais inférteis as mesmas possibilidades de terem um filho que o uso de embriões frescos na reprodução assistida, revela um estudo publicado hoje.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?