Colocar as necessidades dos doentes no centro do sistema de saúde deve deixar de ser “um mero cliché” para se tornar “um imperativo prioritário”. A exigência parte da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI), que sustenta que esta prioridade significa “facilidade no acesso aos cuidados de saúde e modelos de organização que privilegiem o tratamento integral do doente”.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?