O bastonário da Ordem dos Médicos (OM), apontou, em comunicado, que o risco de rotura da Urgência Pediátrica do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE), devido à falta de médicos especialistas “é mais uma das muitas faces visíveis do desinvestimento a que tem sido sujeito o Serviço Nacional de Saúde (SNS) na última década”.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?