A autoridade do medicamento garantiu que não haverá faltas de medicação para a doença de Parkinson em Portugal. No entanto, apelou aos doentes e aos médicos para que tenham moderação na compra e na prescrição.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?