Um projeto de investigação da Universidade de Coimbra que decidiu apostar no potencial terapêutico da folha de mirtilo, um subproduto agrícola desperdiçado, para o tratamento da esclerose múltipla, foi contemplado com uma Bolsa de Ignição do INOV C 2020.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?