As ordens dos médicos da Península Ibérica avisam que são crescentes os casos de doentes em situações críticas por recorrerem a pseudoterapias ou a pseudociência e apelam a que se aperte o controlo sobre “falsas atividades preventivas e curativas”.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?