As taxas de ocupação das enfermarias (48,8%) e das unidades de cuidados intensivos (31,6%) para doentes com Covid-19 ficaram “longe da rutura”, revela um inquérito da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) hoje divulgado.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?