A Federação Nacional do Médicos (FNAM) lamenta que a ministra da Saúde “anuncie um número completamente arbitrário de 200 horas de trabalho extraordinário, a partir do qual serão pagas horas”, pelo trabalho prestado pela comunidade médica desde o início da pandemia até ao momento.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?