A questão deu o mote para o terceiro workshop do Derma Innovation Summit, onde a parceria entre Dermatologia e Medicina Geral e Familiar (MGF) procurou responder com soluções inovadoras. A definição de critérios de urgência e de prioridade para referenciação foi uma das ideias defendidas, assim como a importância do Registo Nacional de Doentes Dermatológicos “como um caminho para o futuro e uma afirmação epidemiológica da patologia dermatológica em Portugal”.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?