A maioria dos doentes portugueses prefere um papel passivo na solução de problemas e na tomada de decisões relacionadas com os cuidados de saúde que lhes são prestados, sobretudo em situações em que existe ameaça de vida. A conclusão é de um estudo de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e CINTESIS, publicado no British Medical Journal Open.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?