A promoção de uma cultura laboral que inclua iniciativas anti-estigma e a integração destas ações nos programas de formação em psiquiatria e pedopsiquiatria, bem como a pertinência da psicoterapia e da discussão de casos entre pares são algumas das recomendações centrais apontadas por um estudo europeu, em que participaram 4 245 psiquiatras e pedopsiquiatras de 32 países, entre os quais Portugal.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?