Miguel Guimarães: “Quero ser lembrado como o bastonário que conseguiu dar à relação médico-doente o que lhe está a faltar”
DATA
06/06/2017 15:59:35
AUTOR
Cláudia Brito Marques
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Miguel Guimarães: “Quero ser lembrado como o bastonário que conseguiu dar à relação médico-doente o que lhe está a faltar”

Assumiu o cargo de bastonário da Ordem dos Médicos no início do ano e a sua primeira preocupação é “arrumar a casa”. Depois disso, Miguel Guimarães pode dedicar-se à concretização daquele que é o seu principal objetivo enquanto representante da classe: devolver dignidade e força à relação médico-doente. Para deixar essa marca, assegura que não abdicará da ideia de estabelecer tempos mínimos de consulta, como garante de boas práticas e arma de combate ao burnout médico. Em entrevista ao Jornal Médico, o bastonário não esconde a sua apreensão face ao “arrastado” subfinanciamento do Serviço Nacional de Saúde e à fuga dos jovens médicos para o privado e para o estrangeiro. No que diz respeito à eutanásia, Miguel Guimarães mostra-se cético de que este seja um bom timing para a discussão de tão complexa temática no seio da sociedade portuguesa.

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Editorial | Luís Monteiro, membro da Direção Nacional da APMGF
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