Apesar da descoberta de uma cura “estar ainda distante, o futuro do tratamento da psoríase parece ser promissor”. Quem o afirma é o dermatologista do Centro Hospitalar Universitário do Porto, Tiago Torres, explicando que o aparecimento das terapêuticas biológicas alterou por completo o paradigma da abordagem da doença moderada-a-grave. Assim, a psoríase, “anteriormente vista como uma doença de muito difícil tratamento, tornou-se na patologia inflamatória crónica mais eficazmente tratada”.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?