Centro de investigação científica para a Saúde a funcionar em Março na Covilhã
DATA
12/02/2015 10:25:34
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Jornal Médico
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Centro de investigação científica para a Saúde a funcionar em Março na Covilhã

Ubimedical

A Universidade da Beira Interior (UBI), na Covilhã, espera ter a funcionar até Março o UBImedical, um centro de investigação científica e tecnológica para a área da Saúde, que também engloba a vertente de incubação empresarial.

Em declarações à agência Lusa, o vice-reitor da UBI para a área financeira e de projectos, Mário Raposo, explicou que este centro, que está agora em fase de instalação de equipamentos, representa um investimento global de cinco milhões de euros (co-financiados por fundos europeus) e que tem como principal missão "ser um acelerador da criação e transmissão de conhecimento".

"Hoje, sabemos que se produz muito conhecimento nas universidades, mas o problema é como é que esse conhecimento chega ao mercado. A forma de fazer isso é conseguir que investigadores peguem nas ideias, nas tecnologias, nos produtos e nas patentes que se desenvolvem a nível da investigação e transformem tudo isso em coisas comercializáveis", detalhou Mário Raposo.

O vice-reitor também salientou a importância desta "aposta fundamental no ‘cluster´ da saúde" em termos de "complementaridade e reforço" do trabalho já realizado na Faculdade de Ciências da Saúde (FCS), bem como na articulação com as unidades hospitalares da região.

A "criação de valor económico" e o contributo para "ajudar a melhorar a qualidade de vida das populações" são outros dos objectivos que o UBImedical deverá alcançar.

Com mais de dois mil metros quadrados construídos, este centro terá uma área laboratorial "com os mais avançados equipamentos científicos" e um outro espaço destinado a acolher projectos, 'spin-offs' e 'start-ups' ou empresas já instaladas no mercado e que queiram desenvolver actividade a partir daquela estrutura.

Segundo Mário Raposo, já está confirmada a instalação de uma 'spin-off', que nasceu no âmbito de uma investigação realizada na FCS, bem como de mais duas empresas, às quais se devem juntar muitas outras a curto/médio prazo.

Na investigação, a aposta inicial passa pela criação de oito laboratórios que permitirão desenvolver projectos nos sectores da fisiopatologia, da neurofisiologia, da neuropsicologia, da área cerebral e cardiovascular, da optometria/oftalmologia, da biomecânica e até da qualidade do ar e ambiente.

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