Os progressos espantosos da longevidade (em parte resultado dos avanços dos cuidados de saúde) criaram a ilusão na omnipotência da Medicina e, como corolário, uma estranha fantasia que não lembraria nem a Prometeu: a evitabilidade da morte
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?