Por estes dias, nós, médicos, somos confrontados com uma maior incidência das questões psicossociais que afectam os nossos doentes, esmagando-os entre o físico e o psicológico, num mecanismo de prensa imparável que, muitas vezes, impede ou cerceia um diagnóstico mais exacto ou concreto
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?