Nos dias de hoje, o médico de família assume cada vez mais o papel de médico do utente no seu todo, na sua já clássica abordagem holística e biopssicosocial, mas cada vez mais como o eterno “multipolisubespecialista” do doente, que o acompanhará em todas as maleitas e enfermidades ao longo da sua vida!
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?