A aprovação, pelo Infarmed, do uso do medicamento everolimus para o tratamento do astrocitoma subependimário de células gigantes (SEGA) e angiomiolipoma renal (AML) associados ao complexo da esclerose tuberosa foi recebida com entusiasmo pela Associação de Esclerose Tuberosa em Portugal (AETN).
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?