ENHERTU (trastuzumab deruxtecan), da Daiichi Sankyo e da AstraZeneca, obteve a autorização de comercialização condicional na União Europeia como monoterapia para o tratamento de doentes adultos com cancro da mama irressecável ou metastático HER2 positivo e que receberam dois ou mais regimes anteriores baseados em anti-HER2.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?